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Vírus Mayaro: como a dedetização pode prevenir doenças transmitidas por pernilongos as

Em meio a uma epidemia de dengue que já registrou quase 250 mil casos e 38 mortes em Minas Gerais, segunda a Secretaria de Estado de Saúde, mais um vírus transmitido por pernilongos desperta preocupação: o mayaro. Pesquisadores da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ) descobriram que o vírus, comum em áreas de floresta, infectou algumas pessoas no estado, indicando que ele pode ter se adaptado ao meio urbano.

A proximidade com Minas Gerais e o constante trânsito de pessoas entre as duas regiões acende mais um alerta para os riscos dessa nova doença também começar a circular no estado. Isso porque o vírus mayaro, considerado um “primo” da chikungunya, também é transmitido pelo Aedes aegypti e principalmente pelo Haemagogus janthinomys que também transmite a febre amarela.

Neste artigo, vamos trazer algumas informações sobre esse novo vírus e explicar como a dedetização pode ajudar na prevenção contra essa e outras doenças transmitidas por pernilongos.

Confira!

O que é o vírus mayaro?

Com origem nas Américas, o mayaro é um vírus transmitido por mosquitos. Foi isolado pela primeira vez em 1954 na região do Caribe. No Brasil, o primeiro registro se deu em 1955 em Belém do Pará. A maioria dos casos registrados atualmente ocorre em áreas rurais ou de mata. O vírus é endêmico na Amazônia, na região Norte e Centro-Oeste.

Os sintomas são muito semelhantes aos da febre chikungunya — dores de cabeça, febre repentina, calafrios, dores musculares, manchas vermelhas na pele, náuseas e tontura.

Por que a descoberta da UFRJ é preocupante?

Os pesquisadores descobriram que casos registrados no Rio de Janeiro como chikungunya eram, na verdade, de febre mayaro. Embora a doença não seja mais grave que a primeira, como esse vírus só era encontrado em regiões rurais, a ocorrência na área urbana é um indício de que ele pode estar se adaptando às cidades, podendo ampliar sua área de ocorrência.

Isso é preocupante porque as pessoas na cidade não tiveram contato anterior com esse vírus, o que as deixa mais vulneráveis a essa doença. Além disso, a maior aglomeração de pessoas nas áreas urbanas facilita a possibilidade da ocorrência de surtos que se espalham rapidamente, podendo gerar uma epidemia. Outro dado preocupante é o descontrole da proliferação do mosquito da dengue nas cidades, que também é vetor do mayaro.

Como a dedetização pode ajudar na prevenção e combate ao mayaro?

A dedetização permite o controle e extermínio das populações adultas dos pernilongos. Assim, aliada às práticas de extermínio de nascedouro dos pernilongos — com limpeza de quintais e outras áreas que acumulem água parada — a dedetização contribui para a redução da incidência do mosquito, com impactos na disseminação da doença.

Onde é feita a dedetização

A dedetização pode ser feita em áreas abertas ou de maior extensão. Jardins, pátios, galpões e estoques pedem técnicas específicas, como o uso do fumacê, para dispersar o inseticida em áreas maiores.  Em ambientes fechados — como casas e escritórios, a aplicação também se concentra nos locais de pouso do inseto.

Há diferentes técnicas para atender a variados tipos de ambiente, como a pulverização, a atomização e a termonebulização. Algumas têm duração mais longa, outras exigem reaplicação em menor tempo, devido às características do ambiente e dos produtos utilizados. A incidência de mosquitos também pode influenciar nessa periodicidade.

Em ambientes híbridos, as técnicas podem ser combinadas. Assim, é possível garantir uma melhor cobertura das áreas a serem dedetizadas, resultando em maior eficácia no controle de pernilongos.

Agora que você já sabe como a dedetização pode ajudar na prevenção contra doenças transmitidas por pernilongos, entre em contato com nossa equipe! Estamos prontos para esclarecer suas dúvidas sobre os melhores métodos de dedetização de mosquitos para sua casa ou empresa. Fazemos o atendimento domiciliar, comercial e industrial em Belo Horizonte e região metropolitana.

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